21 de novembro de 2013

Estimados irmãos e irmãs,

paz e bem!

Acabo de receber a comunicação da irmã Lina - superiora regional das irmãs Missionárias da Consolata, que há poucas horas faleceu na Itália a Irmã Rosa Claudia.
Convido a todos(as) a rezarmos pelo eterno descanso por ela que gastou a sua vida aqui entre nós vivendo a missão em tantas frentes.
Convido a louvarmos e agradecermos aos bom Deus pelo presente que recebemos e todo o bem que a irmãs Rosa Claudia semeou ao longo dos anos.
Em agosto estive com ela, sua mamãe tem idade avançada.
É bom registrar que desde a minha chegada aqui em Roraima ela sempre se empenho na sustentação dos nossos seminaristas.
Por tudo Deus seja louvado.
Mais detalhes passarei amanhã estou retornando de Brasília.
Que a nossa irmãs Rosa Claudia seja acolhida pelos anjos e santos na casa do Pai.


ANÚNCIO FALECIMENTO




   
La Superiora Generale delle Suore Missionarie della Consolata

Comunica che la cara Sorella

Suor  ROSA CLAUDIA MIGLIORE    Anna Maria

Da  CARAGLIO  -  CN  -  ITALIA

È stata chiamata alla Casa del Padre

Il giorno 21 Novembre 2013

a  Venaria  - TO Italia

All’età di 69 anni, di cui 46 di professione religiosa


In spirito di fraterna comunione imploriamo per lei dalla misericordia di Dio la beatitudine eterna

 A Superiora Geral das Missionárias da Consolata 

Comunica que a querida Irmã

ROSA CLAUDIA MIGLIORE    Anna Maria

De  CARAGLIO  -  CN  -  ITALIA

Foi chamada para a casa do Pai 

hoje  21 Novembre 2013

a  Venaria  - TO Italia

Com  69 anos de idade, e 46 di profissão religiosa.

Em espirito de fraterna comunhão imploramos para ela a misericórdia de Deus e a bem a venturança eterna. 




5 de outubro de 2013

ASSIS... NÃO UM MITO, MAS UMA EXPERIÊNCIA, OPÇÃO DE VIDA...


«Bendigo-Te, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos entendidos e as revelaste aos pequeninos» (Mt 11, 25).
«ser cristão é uma relação vital com a Pessoa de Jesus, é revestir-se d’Ele, é assimilação a Ele.»

De onde começa o caminho de Francisco para Cristo? Começa do olhar de Jesus na cruz. Deixar-se olhar por Ele no momento em que dá a vida por nós e nos atrai para Ele. Francisco fez esta experiência, de um modo particular, na pequena igreja de São Damião, rezando diante do crucifixo, que poderei também eu venerar hoje.

Quem se deixa olhar por Jesus crucificado fica recriado, torna-se uma «nova criatura».


Voltamo-nos para ti, Francisco, e te pedimos: ensina-nos a permanecer diante do Crucifixo, a deixar-nos olhar por Ele, a deixar-nos perdoar, recriar pelo seu amor.


 quem segue a Cristo, recebe a verdadeira paz, a paz que só Ele, e não o mundo, nos pode dar.


Qual é a paz que Francisco acolheu e viveu, e que nos transmite? A paz de Cristo, que passou através do maior amor, o da Cruz. É a paz que Jesus Ressuscitado deu aos discípulos, quando apareceu no meio deles e disse: «A paz esteja convosco!»; e disse-o, mostrando as mãos chagadas e o peito trespassado (cf. Jo 20,)

A paz franciscana não é um sentimento piegas. Por favor, este São Francisco não existe! E também não é uma espécie de harmonia panteísta com as energias do cosmos... Também isto não é franciscano, mas uma ideia que alguns se formaram. A paz de São Francisco é a de Cristo, e encontra-a quem «toma sobre si» o seu «jugo», isto é, o seu mandamento: Amai-vos uns aos outros, como Eu vos amei (cf. Jo 13, 34; 15, 12). 



13 de setembro de 2013

A carta de Francisco e a coragem aberta à cultura moderna. Artigo de Eugenio Scalfari


O fundador do jornal La RepubblicaEugenio Scalfari, responde à missiva do pontífice sobre a relação entre fé e razão: "Palavras que fazem refletir, uma visão nunca ouvida da cátedra de São Pedro". "Ele está tentando fazer prevalecer a Igreja missionária sobre a institucional, mas dificilmente haverá um Francisco II"

carta do Papa Francisco por nós publicada nessa quarta-feira suscitou em mim, no nosso diretor, Ezio Mauro, e em todos os colegas uma grande emoção. Penso que todos aqueles que a leram tiveram a mesma emoção.
Eu não falo daquilo que, no nosso jargão, chamamos de "furo". Os furos alimentam as fofocas, não o pensamento, e aqui, lendo as palavras do papa, o nosso pensamento é chamado e estimulado a refletir diante da concepção totalmente original que o Papa Francisco expressa sobre o tema "fé e razão", um dos pilares da arquitetura espiritual, religiosa e teológica da Igreja. Mas não só da Igreja: a cultura moderna do Ocidente nasce exatamente desse tema, e o Papa Francisco lembra isso na sua carta, quando escreve:
"A fé cristã, cuja (…) incidência sobre a vida do ser humano, desde o início, foi expressada precisamente através do símbolo da luz, foi muitas vezes rotulada como a escuridão da superstição (...). Assim, entre a Igreja (...), de um lado, e a cultura moderna (...), de outro, chegou-se à incomunicabilidade. Chegou agora o tempo, e o Vaticano II inaugurou justamente a sua época, de um diálogo (…) sem preconceitos que reabra as portas para um sério e fecundo encontro."
Essas palavras são ao mesmo tempo uma ruptura e uma abertura; ruptura com uma tradição do passado, já efetuada pelo Vaticano II desejado pelo Papa João XXIII, mas depois ignorada, senão até combatida, pelos dois pontífice que antecedem o atual; e abertura a um diálogo sem mais barreiras.
Toda a carta do Papa Francisco gira em torno dessa premissa, mas há uma frase nas palavras do papa acima citadas que merece, a meu ver, uma atenção particular: "A fé cristã (…) foi expressada precisamente através do símbolo da luz".
É preciso voltar ao "incipit" do Evangelho de João para encontrar esse símbolo, onde o evangelista escreve:
"No princípio era o Verbo, 
e o Verbo estava junto de Deus 
e o Verbo era Deus.
Todas as coisas foram feitas por ele, 
e sem ele nada foi feito do que existe.
Nele havia a vida, 
e a vida era a luz dos homens.
A luz resplandece entre as trevas, 
mas as trevas não a receberam."
Aqui, nesses últimos três versos poéticos e proféticos, assim como tudo no quarto Evangelho, nasce a visão cristã do bem e do mal: a vida era a luz dos homens, mas as trevas não a receberam. O Papa Francisco desenvolve essa visão da contraposição entre luz e trevas, entre bem e mal, de modo muito original. Em um ponto da sua carta, ele escreve: "Para quem não crê em Deus [a questão do bem e do mal] está em obedecer à própria consciência. O pecado, mesmo para quem não tem fé, existe quando se vai contra a consciência. Ouvir e obedecer a ela significa, de fato, decidir-se diante do que é percebido como bem ou como mal. E nessa decisão está em jogo a bondade ou a maldade do nosso agir".
Uma abertura para a cultura moderna e laica dessa amplitude, uma visão tão profunda entre a consciência e a sua autonomia, nunca tinha sido sentida da cátedra de São Pedro. Nem o Papa João XXIII tinha chegado a tanto, nem as conclusões do Concílio Vaticano II, que tinham desejado o início do percurso ao pontífices que viriam depois e aos Sínodos que eles convocariam. O Papa Francisco fez essa passagem, e eu a sinto ecoar profundamente na minha consciência. Lembro com grande afeto que eu ouvi a visão análoga nas minhas conversas com o cardeal Carlo Maria Martini, que não por acaso era amigo do cardeal Bergoglio. Mas Martini não era papa quando dizia essas coisas.Bergoglio agora o é.
Há outro aspecto muito importante – este sim – político, quando o papa escreve sobre a distinção entre a esfera religiosa e a política ("Dai a César"):
"À sociedade civil e política cabe a tarefa árdua de articular e encarnar na justiça e na solidariedade, no direito e na paz, uma vida cada vez mais humana. (…) Isso não significa fuga do mundo ou busca de qualquer hegemonia, mas sim serviço ao ser humano, a todo o ser humano e a todos os seres humanos, a partir das periferias da história e mantendo desperto o senso da esperança."
A visão da autonomia da política parece-me escapar ao papa, e é compreensível que seja assim. Alguém como ele não pode conceber a política exceto no quadro de um serviço aos cidadãos. Essa opinião é perfeitamente compartilhável, mas não pode excluir a hegemonia. Em um regime de liberdade e de democracia, convivem diversas visões do bem comum, que se confrontam e se chocam entre si. Quem obtém a maioria dos consensos e, portanto, a hegemonia busca realizar a sua visão do bem comum. Continua sendo ou deveria continuar sendo um serviço, que, porém, passa pela conquista do poder.
O Papa Francisco sabe disso, e a Igreja Católica, de fato, experimentou isso fazendo do poder temporal um dos pilares da sua história. Se queremos voltar a um dos exemplos mais importantes, lembremos a luta pelas investiduras que culminou no confronto entre Hildebrando de SoanaGregório VII e Henrique, imperador daAlemanha, atingido pela excomunhão e forçado a se ajoelhar vestido de mendicante aos pés do papa no castelo deCanossa. Contam as histórias que, quando Henrique teve que beijar os pés do papa em sinal de submissão, ele disse: "Non tibi sed Petro", e Gregório lhe respondeu: "Et mihi et Petro".
Depois vieram as Cruzadas e toda a história da Igreja como instituição de poder e de guerra. Assim durou até 1870, mas mesmo depois a temporalidade católica continuou sob outras formas que, especialmente na Itália, mas não só, conhecemos bem. A pastoralidade, a Igreja pregadora e missionária sempre houve, e Francisco de Assisrepresentou a mais fúlgida mas não certamente a única manifestação. No entanto, ela quase nunca teve a prevalência sobre a Igreja institucional.

Papa Francisco interrompeu e está tentando inverter essa situação. A transformação em andamento na Cúria e naSecretaria de Estado são sinais extremamente importantes. Eu temo, porém, que muito dificilmente haverá umFrancisco II, e, além disso, não é por acaso que esse nome nunca tenha sido usado até aqui para o sucessor de Pedro.
A carta do papa, contudo, é claríssima, responde às perguntas que eu havia me permitido fazer e aborda também certas questões muito mais além. Portanto, não a comentarei mais do que isso, salvo dois últimos aspectos.
O tema dos judeus, do fato de serem considerados pelos católicos como irmãos mais velhos, o fim da acusação de "deicídio" que os cristãos sempre lançaram contra eles e, enfim, a descendência comum do Deus mosaico do Sinai e dos Dez Mandamentos já havia sido levantado pelo Papa João XXIII e pelo Papa Wojtyla, mas não com a clareza definitiva do Papa Francisco. É um passo muito importante que marca, finalmente, uma inversão na atitude que durou quase dois milênios.
Enfim, há o relato que o papa faz do seu encontro com a fé. Releiamos esse trecho.
"A fé, para mim, nasceu do encontro com Jesus. Um encontro pessoal, que tocou o meu coração e deu (…) um sentido novo à minha existência. Mas, ao mesmo tempo, um encontro que se tornou possível pela comunidade de fé em que eu vivia e graças à qual eu encontrei o acesso à inteligência da Sagrada Escritura, à vida nova que, como água que jorra, brota de Jesus através dos Sacramentos, à fraternidade com todos e ao serviço dos pobres, imagem verdadeira do Senhor. Sem a Igreja – acredite-me –, eu não teria podido encontrar Jesus, embora na consciência de que aquele imenso dom que é a fé é custodiado nos frágeis vasos de barro da nossa humanidade."
Um relato esplêndido, uma autobiografia fascinante. Sente-se em sua base, pelo que eu Bernardo, mais Agostinho, mais Bento do que Tomás e a Escolástica, que, no entanto, ainda está muito presente na doutrina tradicional.

Quem como eu não só não tem a fé, mas nem mesmo a busca; quem como eu sente o fascínio da pregação deJesus e o considera homem e filho do homem, não pode deixar de admirar um sucessor de Pedro que reivindica a Igreja como lugar eleito para que o sentimento de humanidade custodiado em vasos de barro não seja destruído pelos vasos de chumbo que, dentro e fora da Igreja, despedaçam os vasos de barro.
O papa me faz a honra de querer fazer um trecho de percurso juntos. Eu ficaria feliz com isso. Eu também gostaria que a luz conseguisse penetrar e dissolver as trevas, embora eu saiba que aquelas que chamamos de trevas são apenas a origem animal da nossa espécie. Muitas vezes eu escrevi que nós somos um símio pensante. Cuidado quando inclinamos demais em direção ao animal do qual proviemos, mas nunca seremos anjos, porque não é nossa a natureza angelical, se é que ela existe.
Por isso, longa vida e afetuosa fraternidade com Francisco, Bispo de Roma e chefe de uma Igreja que luta, também ela, entre o bem e o mal.

Visita de Dom Roque aos amigos de Trento



Dom Roque de passagem para Itália onde visitou Dom Aldo Mongiano, aproveitou para visitar Dom a Diocese irmã de Vicenza e depois deu um pulo até Trento onde conta vários amigos que tem  para ele e para nossa Igreja Local um carinho todo especial. Bem hajam por tanta generosidade e amor a Missão.

16 de julho de 2013

8° Aniversario da Ordenação Episcopal




Lá se vão oito anos da ordenação episcopal de Dom Roque no Totozão. Quanto caminho percorrido com ele, sob sua zelosa e cuidadosa mão. 
Deus te abençoe e continue a derramar sobre ti a Sua sabedoria para nos guiar nas pegadas de Jesus e no projeto do Reino.

Parabéns e ad multos annos!

Festa de Nossa Padroeira


À nossa Senhora do Carmo - Padroeira de Nossa Igreja particular, confiamos a caminhada de nossas comunidades, nosso Bispo, Padres, Missionários e Missionárias, lideranças nesta hora de mudanças de época.

Confiamos nossas juventudes, seu entusiasmo para a Jornada Mundial da Juventude, mas sobretudo o pós jornada, sua fidelidade a Jesus Cristo e ao Evangelho. Seu compromisso e fidelidade na continuidade para a construção da "Civilização do Amor". Eles que usando as redes sociais convocaram para sair as ruas pedindo um Brasil e sociedade diferente, sem corrupção, mais humanos saibam com a ajuda e presença dessa Mãe se tornem cidadãos e cidadãs responsáveis na construção de outro País, com o rosto, a cor, os sabores e a fantasia de seus povos.
Virgem do Carmo, rogai por nós!