18 de maio de 2010
Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos
Brasília, 12 de maio de 2010.
Caros irmãos e irmãs,
Paz e bem.
A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (SOUC) se inicia no próximo domingo, 16 de maio, e vai até o dia 23. Portanto, serão oito dias de muitas alegrias, com celebrações que têm como norte o ecumenismo e tudo que ele representa: diálogo, companheirismo, caminhada, fé e unidade na diversidade.
A SOUC deste ano é histórica, isso porque, há 100 anos, missionários cristãos se reuniam na Escócia, por ocasião da Conferência Missionária de Edimburgo, com o objetivo de propor a unidade dos cristãos para a missão. Hoje a missão das igrejas é interna, pois evangelizam por meio do testemunho de que o diálogo intra e interreligioso é possível.
Por isso, cristãos de todo o mundo são chamadas a testemunhar o Cristo na unidade “para que o mundo creia” (João 17:21). Dessa forma, diferenças são eliminadas e objetivos fortalecidos, de modo que a busca pela unidade consegue permanecer mesmo na diversidade, enriquecendo o testemunho de fé.
Esse momento (SOUC) se caracteriza por duas premissas essenciais, a oração, que é capaz de elevar o ser humano a dimensões do sagrado e ao gesto concreto da realização da coleta, que tem por objetivo a manutenção dos trabalhos realizados pelo CONIC, na promoção da união entre os irmãos em Cristo. Sendo assim, de modo especial, somos convocados a valorizar essa data, realizando as celebrações e a coleta, a qual deverá ser depositada na seguinte conta:
Na certeza de que juntos somos e podemos muito mais, desejamos a todos uma abençoada Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.
Em Cristo, que nos une,
Pastor Sinodal Carlos Augusto Möller Rev. Luiz Alberto Barbosa
Presidente Secretário Geral
15 de maio de 2010
44ª Jornada Mundial dos meios de comunicação
“ O Senhor vos torne apaixonados anunciadores da Boa Nova na «ágora» moderna criada pelos meios actuais de comunicação.”
Estas palavras podem ser consideradas a sintese da mensagem que o Papa Bento XVI dirige aos cristãos e as pessoas de boa vontade por ocasião da quadragésima quarta jornada mundial das Comunicações Sociais cujo tema é: «O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra».
Bento XVI, lembra aos padres, como este ano sacerdotal que se concluirá em 19 de junho em Roma, traz à tona uma reflexão sobre um âmbito vasto e delicado da pastoral qual é a comunicação e o mundo digital. Um mundo que, oferece ao sacerdote novas possibilidades parea exercer o seu serviço à Palavra e da Palavra, por isso, os meios modernos de comunicação fazem parte, desde há muito tempo, dos instrumentos ordinários através dos quais as comunidades eclesiais se exprimem, entrando em contacto com o seu próprio território e estabelecendo, muito frequentemente, formas de diálogo mais abrangentes, mas a sua recente e incisiva difusão e a sua notável influência tornam cada vez mais importante e útil o seu uso no ministério sacerdotal. Hoje, continua o Papa, eles tornaram-se um instrumento útil as vias de comunicação abertas pelas conquistas tecnológicas para dar respostas adequadas às questões no âmbito das grandes mudanças culturais, particularmente sentidas no mundo juvenil. Porém a sua difusão aumenta a responsabilidade do anúncio e coloca o sacerdote no limiar de uma “história nova”, porque quanto mais intensas forem as relações criadas pelas modernas tecnologias e mais ampliadas forem as fronteiras pelo mundo digital, tanto mais será chamado o sacerdote a ocupar-se disso pastoralmente, multiplicando o seu empenho em colocar os media ao serviço da Palavra. Isso significa que não se pode considerar a internet como um “marcar presença” ou um espaço a ser ocupado, aos presbíteros é pedida a capacidade de estarem presentes no mundo digital em constante fidelidade à mensagem evangélica, para desempenharem o próprio papel de animadores de comunidades, que hoje se exprimem cada vez mais frequentemente através das muitas «vozes» que surgem do mundo digital, e anunciar o Evangelho recorrendo não só aos media tradicionais, mas também ao contributo da nova geração de audiovisuais (fotografia, vídeo, animações, blogues, páginas internet) que representam ocasiões inéditas de diálogo e meios úteis inclusive para a evangelização e a catequese.
O difirencial que Bento XVI pede aos sacerdotes e à vida consagrada é que no mundo digital mais de que aprimorar a técnica adquiram uma sólida preparação teológica e uma forte espiritualidade, ferramenta necessária para comunicar a vida da Igreja e ajudar as pessoas a descobrirem o rosto de Cristo fazendo trasparecer o seu coração de consagrado e consagrada toda uma “rede” que abra a estrada para novos encontros, assegurando sempre a qualidade do contacto humano e a atenção às pessoas e às suas verdadeiras necessidades espirituais; oferecendo, às pessoas que vivem nesta nossa era «digital», os sinais necessários para reconhecerem o Senhor; dando-lhes a oportunidade de se educarem para a expectativa e a esperança, abeirando-se da Palavra de Deus que salva e favorece o desenvolvimento humano integral.
A Palavra poderá assim fazer-se ao largo no meio das numerosas encruzilhadas criadas pelo denso emaranhado das auto-estradas que sulcam o ciberespaço e afirmar o direito de cidadania de Deus em todas as épocas, a fim de que, através das novas formas de comunicação, Ele possa passar pelas ruas das cidades e deter-se no limiar das casas e dos corações, fazendo ouvir de novo a sua voz: «Eu estou à porta e chamo. Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo» (Ap 3, 20). Do mesmo modo que o profeta Isaías chegou a imaginar uma casa de oração para todos os povos (cf. Is 56,7), não se poderá porventura prever que a internet possa dar espaço – como o «pátio dos gentios» do Templo de Jerusalém – também àqueles para quem Deus é ainda um desconhecido?
Padre Gianfranco Graziola
Estas palavras podem ser consideradas a sintese da mensagem que o Papa Bento XVI dirige aos cristãos e as pessoas de boa vontade por ocasião da quadragésima quarta jornada mundial das Comunicações Sociais cujo tema é: «O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra».
Bento XVI, lembra aos padres, como este ano sacerdotal que se concluirá em 19 de junho em Roma, traz à tona uma reflexão sobre um âmbito vasto e delicado da pastoral qual é a comunicação e o mundo digital. Um mundo que, oferece ao sacerdote novas possibilidades parea exercer o seu serviço à Palavra e da Palavra, por isso, os meios modernos de comunicação fazem parte, desde há muito tempo, dos instrumentos ordinários através dos quais as comunidades eclesiais se exprimem, entrando em contacto com o seu próprio território e estabelecendo, muito frequentemente, formas de diálogo mais abrangentes, mas a sua recente e incisiva difusão e a sua notável influência tornam cada vez mais importante e útil o seu uso no ministério sacerdotal. Hoje, continua o Papa, eles tornaram-se um instrumento útil as vias de comunicação abertas pelas conquistas tecnológicas para dar respostas adequadas às questões no âmbito das grandes mudanças culturais, particularmente sentidas no mundo juvenil. Porém a sua difusão aumenta a responsabilidade do anúncio e coloca o sacerdote no limiar de uma “história nova”, porque quanto mais intensas forem as relações criadas pelas modernas tecnologias e mais ampliadas forem as fronteiras pelo mundo digital, tanto mais será chamado o sacerdote a ocupar-se disso pastoralmente, multiplicando o seu empenho em colocar os media ao serviço da Palavra. Isso significa que não se pode considerar a internet como um “marcar presença” ou um espaço a ser ocupado, aos presbíteros é pedida a capacidade de estarem presentes no mundo digital em constante fidelidade à mensagem evangélica, para desempenharem o próprio papel de animadores de comunidades, que hoje se exprimem cada vez mais frequentemente através das muitas «vozes» que surgem do mundo digital, e anunciar o Evangelho recorrendo não só aos media tradicionais, mas também ao contributo da nova geração de audiovisuais (fotografia, vídeo, animações, blogues, páginas internet) que representam ocasiões inéditas de diálogo e meios úteis inclusive para a evangelização e a catequese.
O difirencial que Bento XVI pede aos sacerdotes e à vida consagrada é que no mundo digital mais de que aprimorar a técnica adquiram uma sólida preparação teológica e uma forte espiritualidade, ferramenta necessária para comunicar a vida da Igreja e ajudar as pessoas a descobrirem o rosto de Cristo fazendo trasparecer o seu coração de consagrado e consagrada toda uma “rede” que abra a estrada para novos encontros, assegurando sempre a qualidade do contacto humano e a atenção às pessoas e às suas verdadeiras necessidades espirituais; oferecendo, às pessoas que vivem nesta nossa era «digital», os sinais necessários para reconhecerem o Senhor; dando-lhes a oportunidade de se educarem para a expectativa e a esperança, abeirando-se da Palavra de Deus que salva e favorece o desenvolvimento humano integral.
A Palavra poderá assim fazer-se ao largo no meio das numerosas encruzilhadas criadas pelo denso emaranhado das auto-estradas que sulcam o ciberespaço e afirmar o direito de cidadania de Deus em todas as épocas, a fim de que, através das novas formas de comunicação, Ele possa passar pelas ruas das cidades e deter-se no limiar das casas e dos corações, fazendo ouvir de novo a sua voz: «Eu estou à porta e chamo. Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo» (Ap 3, 20). Do mesmo modo que o profeta Isaías chegou a imaginar uma casa de oração para todos os povos (cf. Is 56,7), não se poderá porventura prever que a internet possa dar espaço – como o «pátio dos gentios» do Templo de Jerusalém – também àqueles para quem Deus é ainda um desconhecido?
Padre Gianfranco Graziola
19 de abril de 2010
Dia dos Povos Indígenas
Mais que ser definido o dia dos Povos Indígenas ou da Consciência Indígena, deveriamos chamá-lo do dia dos Yanomami, dos Taurepang, dos Patamona, dos Wai-Wai, dos Sapará, dos Waimiri Atroarí, dos Macuxi, dos Wapichana e de tantos outros povos que fazem parte deste nosso Brasil que ainda não se reconhece como pluriétnico, pluricultural, pluriracial.
Quando cada ser humano terá um espaço, direitos iguais, quando serão superados os preconceitos será o dia em que poderemos celebrar e festejar o nascimento do verdadeiro Brasil.
4 de abril de 2010
FELIZ PÁSCOA
A TODOS OS VOTOS DE ABENÇOADA E SANTA PÁSCOA!
O Senhor Ressuscitou! Ele vive em nosso meio.
Mas porque a ressurreição aconteça é preciso remover as pedras de nossa vida.
Feliz Páscoa.
O Senhor Ressuscitou! Ele vive em nosso meio.
Mas porque a ressurreição aconteça é preciso remover as pedras de nossa vida.
Feliz Páscoa.
1 de abril de 2010
Começa o Tríduo Pascal
Começa hoje nas Paróquias, Áreas Missionárias, O tríduo Pascal, às 19.30 horas com a Celebração da Ceia do Senhor e o Lava-pés. Um canto conhecido das nossas comunidade diz: Prova de amor maior não há que dar a vida pelos irmãos. Outro também canta: onde haja caridade e amor, aí habita Deus.
Somo convidados a carregar com Jesus a esperança e os sofrimentos da humanidade para os transformar em vida. Boa vivência da Páscoa.
29 de março de 2010
Missionários e Missionárias se preparam para a vivência das Celebrações do Tríduo Pascal
Os missionários e as missionárias presentes e atuantes em nossa Diocese estão desde esta tarde vivendo um momento de retiro juntamente com Dom Roque. Este momento está sendo uma tradição há alguns anos e tem como finalidade a preparação para a missa dã comunhão que terá lugar amanhã dia 30 de março às 19 horas na Igreja Catedral de Cristo Redentor. Nesta celebração os padres irão renovar suas promessas sacerdotais e em seguida serão benzidos os óleos dos catecúmenos e dos enfermos e consagrado o óleo do Crisma.
Nesta ocasião gostariamos de convidar todos os candidatos ao sacramento do Crisma para viver esta linda celebração.
A todos e todas os votos que possam viver intensamente as celebrações da Semana Santa.
8 de março de 2010
O Mutirão Carcerário foi prorogado até 15 de março
Continua em Roraima o mutirão da justiça carcerária que pretende avaliar cerca de 2000 processos. Até a semana passada tinham sido analisados cerca de 400 processos e recebido alvará de soltura cerca de noventa presidiários e presidiárias.
O processo vai continuar e a Pastoral Carcerária pretende continuar acompanhando o processo e sobretudo as pessoas através de parcerias com entidades e movimentos no esforço de construir outra sociedade possível em Roraima.
A grande dificuldade para que as coisas não andem dependem muita vezes da burocracia que atrapalha os projetos que não faltam e que precisam ser levados adiante con firmeza e boa vontade por parte de todos. Isso porém exige de nós uma mudança de mentalidade e de vida para podermos acolher sem julgar e oferecer aos irmãos e irmãs que erraram mais uma possibilidade de vida que depois vai reverter também em vida para nós e para toda a sociedade.
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